Domingo, 26.04.09

 

Os homens gostam de sexo. Tcharann! Surpresa!!

 

Mas vá. Aprofundemos. Os homens não gostam simplesmente de sexo. Não gostam de sexo como quem gosta de conduzir um McLaren a 250 no circuito de Monte Carlo, não gostam de sexo como quem gosta de ver a sua equipa humilhar o eterno rival por sete a zero no jogo do título e certamente, não gostam de sexo como quem vê paisagens mesmo lindas com um pôr do sol em tons de salmão numa falésia toda fofa com banda sonora do Kenny G. Não!

 

Sim! São sensações extraordinárias, incríveis, impagáveis, daquelas pelas quais sonhamos toda uma vida e queremos aproveitar até ao último milésimo de segundo… (e se por esta altura ainda há homens a pensar “exacto, ele entende-me tão bem, também adoro mariquices ao som do Kenny G”… A todos esses parece-me estúpido ter de explicar que não estava a falar a sério). São pequenos sonhos que podem de facto ser momentos tão mágicos e maravilhosos como aquela queca espantosa naquele dia em que a gaja fez merda e tinha de te compensar de qualquer maneira (são sempre as melhores).

 

Então e a diferença?! A diferença entre o sexo e todas as outras sensações incríveis além do sexo é que estas últimas não são inconscientes. São momentos que o homem antecipa cobrindo-os com o manto da racionalidade. Nós olhamos para o carro, imaginamos como será voar a 250 num circuito especial colados ao banco sem fôlego sequer para dizer uma asneira que ilustre o momento e concluímos, “Olha! Aqui está uma coisa que eu gostava que acontecesse”… Mas o sexo não é nada disso. Não é matemático… É irracional, está presente e condiciona todas as nossas decisões.

 

A mensagem que importa transmitir às gajas, é que nós não temos nenhum controlo sobre isso, não temos sequer voto na matéria. É assim e acabou! Foi a forma automatizada que o nosso cérebro encontrou para organizar a nossa vida.

 

Porque decisões pressupõem dúvidas, o sexo actua como desempate.

 

O sexo actua como móbil inconsciente desbloqueador de encruzilhadas interiores. Que é como quem diz, o homem, se tem de optar entre duas hipóteses, decide-se mediante a opção que (por mínima e absurda percentagem que seja) mais facilmente possa gerar um cenário que inclua sexo.

 

Perdeste o controlo do carro, estás sem travões, o teu destino está traçado, é a traseira de outro automóvel… Tens à tua frente de um lado, um Renault 19 bordeaux (homem, meia idade, macacão azul pingado de óleo), do outro, um Smart (gaja nova, óculos de sol, boa).

 

Meu! Se dúvidas houvesse… Bate no Smart!




Aqui as perspectivas são diferentes… tão diferentes quanto um gajo e uma gaja podem ser
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