Quarta-feira, 23 de Setembro de 2009

Na sala de espera de um grande Hospital, o médico chega e diz:
- Tenho uma péssima notícia para lhe dar... A cirurgia que fizemos na sua mãe...

- Ah, ela não é a minha mãe... É a minha sogra, doutor!
- Nesse caso, então, tenho uma boa notícia para lhe dar!

 

Como já deves ter imaginado vou falar de couves. E o que são couves? São plantas brassicáceas hortenses e comestíveis. Como quase tudo que dá para comer é bom, vou esmiuçar (palavrinha da moda) as sogras, estas coisas que não são nada boas de se trincar.

 

Não sei muito bem por onde começar. Se falo das vítimas (As Noras), se passo já para os que passam divididos entre dois amores (Os Filhos) ou se vou já para as fêmeas dos bois (As sogras).

Há sogra à vista? Então na grande maioria das vezes esperam-se sarilhos. Podes esperar uma manipulação materna ao seu alto nível. O casalinho passa a ser controlado pelo robocop que em vez de estar do lado da paz, arma-se e insiste em dar dicas sobre tudo. As críticas passam a ser constantes. Ou seja, é um chafariz de conflitos.

 

Se fossem justas assumiam que o erro delas é o nosso fardo. Passamos a empregadas domésticas com um toque de professoras. Já pensaram as Senhoras Donas Sogras que num estalar de dedos somos obrigadas a ensina-los o sentido da cooperação e entreajuda? Será que eles já não deviam ter isso tudo bem resolvido? Ter que reorganizar a agenda diária para instruir o macho como segurar uma vassoura ou indicar o local do cesto da roupa é no mínimo caricato e maçador, e uma perda de tempo. Isto sem falar que temos de arranjar formas criativas para os fazer ver que o sofá não é a única existência e prioridade.

 

Ficam consumidas pelo ciúme. Ficam com receio de perderem os afectos? A atenção?

Porquê? Porque agora quem lhes passa a roupa, quem lhes serve a refeição, quem lhes arruma a casa somos nós? Que bela estupidez. Então não deviam ficar felizes por entrarem na reforma no que respeita às lidas da casa, e assim terem tempo para ir ao bingo? Não ficam não! Preferem gastar energias a deitarem-nos a baixo com porcarias como “ai ela obriga-te a ajudar nas limpezas?” “Tás magro, não andas a comer como deve de ser”… Para elas, somos as vilãs. Somos vistas como um furacão que apareceu para levar um bebé com mais de 1.80.

 

A mãe pode facilitar ou dificultar.

1º. Uma sogrinha normal quer-se dedicada moderadamente.

2º. Nunca critica a sua nora ou a coloca contra o filho.

3º. A sogrinha pode opinar, mas nunca exigir que as suas opiniões estejam em 1º lugar.

4. A vida do casal é um mundo à parte ao da sogrinha, em caso de dúvida deve ficar calada e quieta sendo-lhe permitido somente respirar.

5. A sogra deve preocupar-se com a sexualidade do rebento. Quanto mais fula estiver a nora, menos sexo terá o filho.

 

Ser nora de alguém que teima em querer meter o nariz onde não é chamada não é nada fácil. No entanto, a culpa delas não nos gramarem depende em muito dos nossos gajos. E porquê? Porque são uns eternos bebés, bebés que só elas sabem cuidar, só elas conhecem as coisas que eles preferem, só elas são capazes de os satisfazer e como tal não deixam qualquer espaço para nós, e de repente e sem dar-mos conta lá vamos nós para a prisão sem passar pela casa da partida. Como não nos é dado o benefício da dúvida, meus queridos Gajos, e que tal mostrarem alguma personalidade e deixarem as fraldas?

 

Vá! Eu sei que a relação do abutre e da sua cria é forte e de grande admiração. Eles podem reconhecer os defeitos e os erros, mas acabam sempre por as defender e para ajudar à festa, acusam-nos de estarmos a inventar ou a fazer uma tempestade num copo de água.

 

Aos Gajos que pedem sempre compreensão abram os olhos. Paciência tem limites, e mesmo que haja cedência, essa tem que estar presente dos dois lados. Quando a boa vontade só mora numa das casas, o mais certo e a curto prazo é o sonho passar muito facilmente para pesadelo.

 

Vocês Gajos não percebem o quanto esta situação pode estragar a união, e não será a fingirem que não ouvem ou a varrerem o lixo para debaixo do tapete que a casa fica limpa. As vossas mãezinhas não gostam de nós e a culpa é muitas vezes vossa!

 

O que vos peço?

Peço que tenham consciência que para algumas Gajas é um sonho mau ter que conviver com a mãezinha intrometida. Não é embirração. Acham que é saudável ter um relacionamento com alguém que insiste em interferir no dia-a-dia? Que só tem atitudes incorrectas para com o casal? Que a boca só serve para comentários desfavoráveis só com a intenção de contrariar tudo o que o vosso amor diz ou faz? Dá conflito não dá?

 

>>Humpfs<<

 

- A culpa é nossa?

- Não! É delas que não conseguem meter na tola que há diferentes tipo de amor.

- E deles que são uns bananas no que respeita a limitar zonas.

 

Há vários tipos de sogras, para a próxima AGaja vai tentar identifica-las para tentares lidar com a tua.

 

- Oh Gaja. Estás muito triste. O que aconteceu?
- Acabei de enterrar a minha sogra!
- E porque é que estás  toda suja de terra?
- É que ela não queria!


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Quarta-feira, 9 de Setembro de 2009

 

Como terá reparado o leitor mais atento, AGaja dedicou os seus últimos TRÊS posts ao sexo oral. Eu com franqueza consigo dedicar à mesma temática 3 palavras: Gosto. Faz mais!

 

É nestes pormenores que este blog cumpre a sua função, ajudar a determinar as diferenças entre os sexos. Contudo, hoje vou abraçar o tipo honesto e preocupado com o mundo em que vivemos que há em mim para, primeiro; fazer uma confissão, e segundo; lançar um apelo.

 

Confissão: Eu não gosto de fazer sexo oral.

 

“Ai Jesus o que ele foi dizer numa sociedade que se quer sexualmente justa e equilibrada…”

 

Não gosto e acabou! O que é que me vão fazer? Vou para a prisão dos minetes? São três as razões fundamentais: Não me é agradável. Julgo não ter muito jeito para a coisa. E finalmente não é graficamente bonito. Dá a impressão que acabei de ser parido outra vez, já com um metro e oitenta e que fiquei por lá atarraxado com a língua.

 

“Ah e tal eu dei-te com os queixos agora tens de cá vir dar chicotadas de língua” (o famosíssimo argumento da reciprocidade oral). A dada altura o br&che deixou de ser uma forma de sexo baseada num prazer altruísta para se transformar num veículo para se conquistar o direito ao minete.

 

Minhas fofas, isto não são os pontos da Vodafone. Vocês não andam a acumular créditos para depois ganharem umas borlas. Portanto, gajedo que saca bicos por pontos; deixem-se disso. Se não quiserem não façam. Se perdem pontos? Claro que perdem, nós também os perdemos se nos recusarmos. Honestamente, alguém fica realmente satisfeito se não houver prazer do outro lado? Quem quiser assistir a um frete ofereça o Diário Económico à sua cara-metade. A única responsabilidade no sexo é dar prazer ao outro e conseguir desse acto retirar satisfação. Ou ir às p#tas.

 

“Tudo o que disser pode e vai ser utilizado contra si em tribunal”

 

O problema é que os homens não podem dizer que não gostam ou que não estão com vontade. Não. O homem tem de ser um Schwarzenegger programado para agir sexualmente em todas as frentes, sem pestanejar, sem vontade própria e sem direito ao “não”. Um homem que ouse dizer algo que não jogue com a imagem de cro-magon sem cérebro, (ou que tendo um, que esteja alojado num dos testículos) tem de se preparar para sofrer duras represálias sociais.

 

Este post é amigo daquelas coisas que as mulheres adoram. Igualdade de género e não sei quê. Mas do avesso. Vocês tiveram sempre direito aos vossos “nãos”. “Hoje não, amanhã tenho de me levantar cedo “, “No rabinho não que dói”, “Claro que não te vou sacar um bico, és hediondo do ponto de vista físico”. Frases que qualquer individuo sexualmente activo já terá ouvido.

 

Contudo, um homem só pode evacuar-se ao acto sexual caso a pila lhe seja arrancada desafortunadamente entre degraus de uma escada rolante em movimento, e mesmo assim teria de dizer bem alto para o mundo inteiro ouvir “Enquanto houver língua e dedo não há mulher que meta medo”.

 

É duro e injusto lidar com a impossibilidade de dizer “não”. É tempo de dar aos homens a palavra e o direito à nega sem que isso nos diminua sexualmente. Às vezes apetece ver o Dr. House, e depois?

 

Sim! Temos o dever de as fazer vir que nem umas malucas, pô-las a guinchar a palavra “guindaste” sem que elas percebam muito bem porquê, mas não à custa da nossa demissão enquanto seres pensantes, sensíveis e auto determinados.

 

“Não me apetece”, “Não gosto de te lamber a patareca”, “Hoje prefiro ver o Dr. House”.

 

É este o apelo: Homens! Saiam do armário heterossexual onde convivem com sacos desportivos com o símbolo antigo da Adidas e digam não! Não à asfixia sexual! Não à ditadura do sim robotizado! Digam comigo: HOJE QUERO VER O DR. HOUSE!!

 

 

PS1: Não se aplica àqueles que abdicam de sexo para ver a Anatomia de Grey. Isso já é paneleirice.

PS2: É possível que o eleitoralismo me tenha afectado.

PS3: Mas eu gosto de sexo hã?!? Á brava!




Aqui as perspectivas são diferentes… tão diferentes quanto um gajo e uma gaja podem ser
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