Segunda-feira, 31 de Agosto de 2009

 

Oláaaaa!

As férias foram agradáveis? Sim? Excelente!

Vamos lá arrumar com a terceira parte do boca doce e ficamos falados quanto a esta receita.

 

III/III – O Quase Final

 

AGaja acha que já foi quase tudo dito como fazer um marmanjo feliz utilizando a boca. Se faltar alguma coisa façam o favor de comentar… Calma! Assim todos de uma vez não!

 

Alguém dizia com orgulho. “Gaja que é gaja como deve de ser tem que querer”.

 

- Tem que querer e não se armar em parva.

- As coisas não são assim.

- Só no vosso mundo complicado. Eu quero, a gaja faz. Qual é o problema?

- És mesmo tosco!

- És diabética? Não? Então tens que querer!

- Tenho que querer o tanas!

- Lá tas tu a ser só do contra.

- Não estou nada. Os homens são todos iguais.

- Ai são?

- Não… São como as frutas. Há morangos, bananas, maçãs, pêssego, cerejas, nectarinas…

- Necta quê?

- São parecidas com os pêssegos carecas pá!

- Então porque é que não disseste logo?

- Porque gosto de dizer nectarinas.

- Tás a ver? Complicadas de merda!

- É difícil lidar com vocês.

- Não é nada.

- Tens razão. São básicos de mais né? Vais dizer as dicas ou não?

- Estávamos a falar de?

- Humpfs… sexo oral… Sexo oral…

- Ah… Atão… É simples. Mãos, língua, boca e a gaja têm que querer.

- Oh paciência… Vais aprofundar?

- As mãos devem participar com alegria. Mesmo que tenham nojo têm de deixar que terminemos na boca. O que fazem a seguir é-nos indiferente. Podem aproveitar o momento que estamos na lua para engolir ou cuspir. Atenção! Nada de dar nas vistas. É deixar aquilo cair aos poucos pela cabeça com elegância…

- O que é que preferem?

- O ideal seria engolir, a mulher perfeita engole e lambe os lábios depois (riso maléfico).

- Tás a falar a sério?

- Claro, nada é mais estúpido e frustrante do que termos o amigo no quentinho e exactamente logo a seguir termos o bicho a apanhar frio e ainda ter que ver a gulosa a fazer caretas.

- És muito parvo.

- Não sou nada, só não gosto que ele se constipe.

- Se fosse tua namorada tinha já uma palavra para ti: Abstinência.

- Se fosse teu namorado tinha 3 palavras para ti: Tens Que Querer!

 

Em Frente…

1. A pressa é inimiga da perfeição.

2. Os movimentos das mãos e da boca devem estar em sintonia.

3. Deixa a boca fechada e comprimida q.b.

4. Cuidado com os dentes, coloca os lábios sobre os dentes para evitar azares.

5. Experimenta pequenos movimentos de sucção apenas na cabeça.

6. Carinhos na vizinhança costumam ser apreciados.

7. Beijos e lambidelas na zona da igreja caiem bem...

8. Antes de avançares para o subúrbio, procura saber se ele gosta.

9. Se no meio do festival sentires vontade de arrojar com esforço pela boca as matérias contidas no estômago usa o truque da mão na base. Seguras a base, defines o cumprimento que sobra e evitas problemas com os vómitos. Lembra-te que para o truque dar certo, a mão deve acompanhar o movimento da boca.

10. Se não gostas do gosto, há vários lubrificantes com sabor nos supermercados. Vais ver que vai ajudar a disfarçar o suposto mau gosto, além do que torna o acto bem mais agradável. Os vossos gajos vão adorar. Palavra de Gaja!

11. O homem faz sexo com os olhos, logo não te esqueças do olhar. Mostra que estás a gostar. No entanto, não fiques a olhar para ele eternamente.

 

No fundo um bom chupa-chupa é como a sopa. A base é sempre a mesma, podemos é alternar e escolher os legumes que utilizamos.

 

- E se tivesses que escolher a Dica de Elite? A 1ª de todas?

- Hummm…FAZER COM VONTADE!

 

Bom… se nos entretantos não tiveres muito jeito para a coisa e perderes a tua outra metade por uns boca doces mal amanhados tem em mente que perdes só um gajo. Há pessoas que perdem as perninhas. Não é o fim.

 

E por falar em fim… Orgasmos… Masculinos…

Eis que AGaja arranja tema para a próxima escrita.




Terça-feira, 18 de Agosto de 2009

 

Há já mais de um mês que não partilhava sabedoria.

 

Estive uma semana num país subdesenvolvido a usufruir das suas belezas naturais e a promover o fosso que separa as nações do terceiro mundo de… Portugal (estive mesmo mesmo para escrever “países desenvolvidos” mas reparei a tempo). As outras três semanas e tal passei-as na banheira da gaja à procura do champô. Percebi que não é fácil de encontrar. Já explico.

 

Ora bem! Por norma um tipo consegue reconhecer uma banheira. É uma tina (outrora branca) com um chuveiro pendurado numa extremidade, ou então, é um espaço onde o tapete antiderrapante é verde-abacate, tem ventosas em formato estrela-do-mar e faz pandant com as cortinas de banho desenhadas com golfinhos e quartos minguantes.

 

Existem portanto, diferenças mais ou menos evidentes entre as nossas banheiras e as das gajas. É no entanto, ao afastar os cortinados que a desordem se instala definitivamente nas nossas mentes. A banheira de uma gaja tem mais cores que um filme de animação da Pixar. São centenas de recipientes de todas as formas e tamanhos, ordenados pela quantidade de PH do maior para o mais pequeno, numa barafunda cromática só comparável a uma aurora boreal vista por um daltónico sob o efeito de alucinogénicos.

 

Champô de frutinha, creme hidratante, óleo de ameixa, amaciador tropical, gel abrilhantador, sais de banho, máscara reparadora de cebolinha do campo, condicionador, champôs coloridos para cabelos coloridos, secos, estragados, caracóis perfeitos, com bicho, caspa, queda e brilho intenso. As mulheres tem tanta porcaria para enfiar na cabeça que até os piolhos tem um couro cabeludo liso e sedoso e dizem uns para os outros “porque você merece”.

 

Elas conhecem todas as especificidades de todos os produtos. Mesmo com os olhos cerrados e a cara cheia de espuma, alcançam a embalagem que pretendem num braço que se estica abençoado pela certeza que os dedos vão abraçar o recipiente exacto. Milagre!

 

Eu precisei de me ajoelhar todo nu em frente às embalagens, ler atentamente as letrinhas pequeninas e os códigos inexactos como “moisturising com micro ceras que nutre e protege”. Fiquei 15 dias até perceber que “aquilo das frutas” era para meter no cabelo. Meti.

 

Mas não sem antes utilizar um produto que era roxo. Um roxo que só voltei a ver no filme Men In Black, numa cena onde um extra terrestre explode e projecta uma nhanha alienígena para a cara do Will Smith. Julgava que era champô e só estranhei quando percebi que não fazia espuma na cabeça e sem espuma na cabeça não consigo lavar o resto do corpo. Não me fez mal. Duvido que tenha feito coisa alguma.

 

Tempo de tirar ilações. Gajos, é o seguinte! Façam a vossa vidinha sempre munidos de um pacote de gel de duche. Saquem de um hotel ou coisa parecida. Vai provar ser tão ou mais fundamental do que andar com um preservativo na carteira. Ambos servem o mesmo propósito. Não arranjar chatice depois do sexo. O preservativo pelas razões lógicas e também pelas doenças. O gel porque poupa uma eternidade no duche e em consultas oftalmológicas (a nossa visão só não sofre danos permanentes porque temos uma menina nos olhos!).

 

Situação hipotética: Engatei uma gaja. Não tinha preservativo. Disse maravilhas do serviço nacional de saúde e a coisa resolveu-se com um bico.

 

Outra situação hipotética: Engatei uma gaja. Não tinha pacotinho de champô. Fui deserdado por não aparecer nos últimos três natais.

 

A escolha é vossa!

 

 

PS: Uma pesquisa rápida no mestre Google e tudo se resolve. Gajas! Ajudem-nos lá e toca a munir o lavabo com o seguinte produto:

http://www.jardimverde.pt/catalogo/detalhes_produto.php?id=2642&area=1

Mais frasco menos frasco…




Aqui as perspectivas são diferentes… tão diferentes quanto um gajo e uma gaja podem ser
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